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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Novidades: Editora Os Dez Melhores

Ilustração de capa do livro “Cidade do Rock – 30 Anos de Rock em Carazinho/RS”!



  O livro Cidade do Rock – 30 Anos de Rock em Carazinho/RS, de autoria da escritora Jana Lauxen, já tem uma ilustração de capa para chamar de sua! 
  A arte, de autoria do premiado ilustrador paulista Laudo Ferreira Jr., buscou representar os fortes laços de amizade, iniciados e consolidados através do rock:
  – Em minha opinião, o rock é muito mais do que um mero estilo musical; é uma forma de encarar a vida, de se relacionar com a política e com a sociedade, e também de estabelecer e fortalecer amizades que, de outra forma, sequer existiriam – afirma a autora da obra, Jana Lauxen.
  Seis bandas já foram entrevistadas – Bola 8, Seven Deck, Skize, Os Implikantes, Classic Rock Tribute e Audiometria – e os quatro primeiros capítulos da obra já estão em processo de finalização. 
  O livro deverá ser lançado no segundo semestre de 2016.
  Para acompanhar todas as novidades sobre a produção e lançamento desta obra, acompanhe o blog da Editora Os Dez Melhores: Blog Os 10 Melhores e também sua página no Facebook: Facebook Os 10 Melhores.

  Abraços,
  Jeferson

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Resenha: Contos de Amor e Crime: Um Romance Violento

  Bom dia pessoal! 
  Hoje venho trazer a resenha de um livro um pouco diferente do qual estamos acostumados a ler, mas com uma essência e conteúdo surpreendente que chamou a minha atenção. Bem vamos a resenha.


Título: Contos de Amor e Crime: Um Romance Violento
Autor: Afobório
Gênero: Romance
Editora: Os Dez Melhores
Páginas: 124
Ano: 2014

  Sinopse:
  Amor, brutalidade, crime, drogas, esperança.
  Respeito.
  Discriminação social, racial.
  Estes são os ingredientes que norteiam a vida de Jozz, o protagonista deste romance violento.
  Negro, pobre, morador da favela, sem nenhuma estrutura familiar, Jozz é o anti-herói que até admiramos, que até compreendemos, mas que queremos longe de nossas casas e de nossas vidas.
Você poderá amá-lo ou poderá odiá-lo. Tudo depende das situações que você viu, ouviu e viveu.
  Através de um texto cru, direto e impetuoso, o escritor Afobório não mede palavras, e nem teme os militantes do politicamente correto ao falar sobre preconceito e segregação social, perturbando e colocando o leitor a refletir sobre o seu papel em um país que ainda esconde seu racismo, enfeita sua miséria, e ignora esta bomba-relógio que ameaça explodir a qualquer instante.
  Neste contexto, Jozz é um perigo.
  Mas quem não é?

Um pouco sobre o Autor:


  Afobório é o pseudônimo do gaúcho Alexandre Durigon, editor e revisor de texto, tem participação em várias antologias, um romance publicado e apresenta como seu mais novo trabalho o livro Contos de Amor e Crime: Um Romance Violento. Demais Escritos do autor você encontra em  Blog Medo e Morte e pela internet afora. 
  Contato pelo e-mail (afoborio@gmail.com)


  Resenha:
  Seguindo apenas um trato curioso entre o personagem e autor  com simples regras: 

"É a sua visão. Não é a minha. Você conta. Eu escrevo.Esse é o nosso acordo. É só isso."

  Jozz conta que durante a sua infância foi um garoto que não teve muitas opções em sua vida, tendo apenas como exemplo o Boy, o seu "padrasto" que cuidava de uma área de tráfico, além de sua própria mãe que era uma prostituta e vivia com clientes dentro de casa. Na sua vida só havia desprezo por parte da sociedade, apenas o crime e uma arma em punho o traziam respeito e desta forma ele acaba se tornando um homem do crime, sem medos e com um ódio imenso da sociedade que o excluiu. 
  Criando o seu exercito do crime, para cuidar do seu ponto de tráfico, ele vai nos passando o seu dia a dia de forma crua e franca, mas real, onde Jozz nos conta como cresceu no crime, sua visão do mundo e como conheceu o amor de Sô, sua esposa.
  Dentro de uma atmosfera incrível o escritor Afobório conseguiu passar neste livro uma realidade que poucos conhecem e outros que a vivem de perto preferem ignorar. Neste primeiro contato que tive com o autor acabei gostando muito do seu trabalho e dos seus projetos, como o Projeto Balacrava, desenvolvido por ele, onde busca mostrar a questão do preconceito e que no Brasil os pobres e o negros não dispõem de tantas oportunidades como deveriam, apesar de inúmeros projetos governamentais, que por sua vez não atendem perfeitamente a sociedade, ou que muitas vezes aparentam discutir mais ficam apenas em projetos. 
  Realmente não tenho palavras para descrever este trabalho. Parabenizo Afobório e a Editora Os Dez Melhores por este incrível trabalho e edição, que ficaram maravilhosos. A frase que mais me chamou a atenção foi:

"Se com oportunidades e comida na mesa já é difícil enxergar e se preocupar com os outros, imagina com a barriga vazia, com a violência como companhia constante, e com o desrespeito como seu maior carcereiro.
Acredite ou não, dentro de nossa estrutura social, sempre haverá um Jozz perto de você. A vingança é uma maldição. Então o racismo sequestra o direito através da brutalidade, para além de qualquer porta, muro ou janela."

  Recomendo esta leitura a todos. Vocês encontram o livro na Livraria virtual da Editora Os Dez Melhores

Abraços,
Jeferson.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Novidades: Editora Os Dez Melhores - Selo Singular

Assessoria de Comunicação – Editora Os Dez Melhores

A Editora Os Dez Melhores acredita piamente na força e na qualidade da literatura nacional.
Assim, elaboramos para o ano de 2015 um projeto que busca abranger e abrigar novos escritores, que esperam para seu livro um tratamento diferenciado, exclusivo e profissional; escritores que sabem que não basta ter seu livro impresso em mãos: é necessário contar também com o apoio e os serviços da casa que o publica. Caso contrário, a editora se torna totalmente dispensável, já que qualquer gráfica poderá fazer o trabalho de diagramação, impressão e entrega dos exemplares ao autor.
Literatura não é brincadeira, não é hobby, não é bagunça. E é preciso ter seriedade e comprometimento, se pretendemos que nosso mercado editorial alcance a maioridade, e se profissionalize, deixando para trás um histórico de trabalhos duvidosos e projetos mal-acabados, amadores, pouco qualificados.
Por acreditarmos na literatura enquanto profissão, nossa proposta editorial para a publicação de novos autores engloba uma gama de serviços, que boa parte das editoras via demanda não oferece: além de edição, registros e impressão, também proporcionamos aos nossos escritores uma ilustração inédita e exclusiva para a capa de seu livro, assessoria literária e editorial, revisão, divulgação; e, claro: a certeza de que o autor não estará publicando sua obra através de um selo que publica todo mundo que foi alfabetizado um dia.
Algumas editoras chegam a lançar dez livros por semana. Nós publicamos somente dez por ano, pois sabemos que, para oferecer um trabalho qualificado e profissional, é necessário dedicação; e para que haja dedicação, é necessário tempo.
Assim sendo, temos a honra e a satisfação de informá-los que a Editora Os Dez Melhores acaba de lançar o Selo Singular: um projeto editorial que inclui todos os serviços exclusivos oferecidos pela Editora Os Dez Melhores – mas com uma diferença. A tiragem final, que passa de 500 para 100 exemplares.

Tornando a aquisição de nossos serviços mais acessível, buscamos abranger autores que, assim como nós, acreditam na profissionalização da literatura nacional, e na construção de um mercado mais sério e comprometido com a qualidade literária e editorial das obras que publica.Porque é necessário ter respeito pela literatura, pelos escritores, e pelos leitores, que amparam e justificam todo o nosso trabalho.
      Para saber mais sobre o Selo Singular, acesse: 


Chegou a hora de ser você e mais nove, amigo escritor.

Além deste selo a editora possui outros selos muito interessantes, os quais você pode saber mais a respeito nos links a seguir:





Abraços,
Jeferson.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Novidades: Editora Os Dez Melhores

Contos de Amor e Crime: Um Romance Violento é muito mais que um livro


Por Alessandra Carvalho.

O romance escrito pelo autor Afobório ganha destaque por uma série de motivos. O livro é parte integrante do Projeto Balaclava, uma ação criada pelo próprio escritor e que o aproxima do leitor, disseminando o gosto pela leitura e o amor pela escrita. O Projeto Balaclava prima pelo extermínio do preconceito, e busca promover uma melhor convivência entre as pessoas, erradicando a violência das ruas. O público-alvo são os jovens das escolas públicas de Carazinho/RS, cidade onde vive o autor, mas que inegavelmente atinge toda a comunidade.
Afobório já é conhecido por seus trabalhos sociais que envolvem literatura e pessoas. E a Editora Os Dez Melhores não poderia ficar de fora de um projeto tão diferenciado como este. Um conceito que privilegia ação e resultado, pois atua onde realmente é preciso: entre a garotada, cara a cara.
Contos de Amor e Crime: Um Romance Violento é um livro tão polêmico como a balaclava que isola o rosto do autor:
– Não importa se sou bonito, feio, qual é a minha cor, onde eu moro, quanto eu ganho. O que importa é o que eu faço, e não o que pensam de mim – afirma Afobório, que nunca deixa de ressaltar que ‘um homem vale pelo que faz, e não pelo que diz, ou pelo que tem’. É a cultura Punk. ‘Faça você mesmo’.
O romance é redigido em primeira pessoa e é subdividido em passagens intituladas de acordo com o tema exposto no trecho em questão. O livro possui 124 páginas e retrata a visão de um criminoso sobre a nossa sociedade. Um prisma com o qual não estamos acostumados.
O personagem principal é Jozz, um jovem negro, morador de favela, que assume o papel de narrador e de algoz da sociedade, criado em um ambiente hostil e preconceituoso que o coloca na situação de criminoso mesmo antes de se tornar um. Esta condição o revolta e o transforma em um homem de coração frio, que usa o crime e a violência como artifício para ganhar da sociedade o respeito que merece – mesmo que através do medo.
E a maestria de Afobório se destaca não só no momento de escrever o seu livro, como também no instante de colocá-lo como um objeto de debate com foco nas ações e escolhas que fizemos em nossas vidas. O escritor propõe que a sua balaclava é mágica, e que a mesma tem o poder de destruir tudo que há de ruim na vida destes jovens. É um contraponto importante que acontece durante a dinâmica da oficina literária coordenada pelo autor.
É muito claro que o discurso de Afobório expressa uma lição: escolhas erradas terminam mal, porque desenvolvem cães de briga que não estão preparados para amar, mas sim para odiar e matar.
Resumidamente, Afobório discorre que a falta de respeito – leia-se discriminação em sua mais abrangente instância – é o principal propulsor de toda a violência que assola a nossa comunidade, desmistificando a imagem do dito ‘vagabundo’, que simplesmente não gosta de trabalhar. Jozz afirma com todas as letras que o que ele busca é respeito, e justifica-se afirmando que, em uma sociedade como a nossa, um negro favelado só existe quando empunha uma arma. Uma visão que assinala o desejo por respeito e status como pertinente a todos em nossa sociedade moderna.
Em cima de toda esta estrutura, as oficinas literárias ministradas são finalizadas com um momento importante: os alunos que quiserem, podem vestir a balaclava e pisar no racismo e na violência diante de todos. Um momento de muitas revelações, porque qualquer um pode falar sobre os seus medos, sobre os seus preconceitos, sobre as suas amarguras. É um desabafo, uma lição de vida para todos os participantes da atividade.
Afobório propõe que, em sociedade, devemos respeitar a todos, em todos os sentidos. E nada melhor que a utilização de um livro para promover integração, valorização mútua e amor pela literatura.
Para o autor, escrever o que a gente sente canaliza nossas angústias para o papel, e transforma realidades tristes em açúcar para a sociedade, sempre em forma de literatura. A proposta é trazer temas como o racismo e a violência para dentro de um gênero literário, com a finalidade de retirá-los das ruas e transformá-los em arte. É por isto que a última frase do autor em suas oficinas é ‘sorte, luz e literatura, sempre!’.
Em um contexto como este, certamente ‘a balaclava tem poder’, e a obra Contos de Amor e Crime: Um Romance Violento é mesmo muito mais que um livro. Trata-se de uma ação concreta, que promove reação e reflexão através das palavras.

Para maiores informações sobre o autor:


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Resenha:"Conte um Conto" Editora Os Dez Melhores



Título: Conte um conto
Páginas: 97
Editora: Dez Melhores


Sinopse: A pipoca é um dos principais símbolos do grupo Geração 148 da Igreja Adventista porque o milo da pipoca, quando em contato com o calor, se transforma em algo completamente diferente - e melhor. Torna-se tenro, proveitoso, torna-se até mesmo mais vistoso e bonito. E é isso o que se espera, não somente para os jovens membros do Grupo Geração 148, mas para todas as pessoas, independente de suas crenças, sua raça, seus objetivos: que. em contato com a oportunidade poemos melhorar. Que esse libro possa ser o calor que transforma e aprimora, tanto para seus autores, quanto para seus organizadores. E, claro, principalmente para você, querido leitor e leitora.



Conte um Conto é uma coletânea de 17 contos escritos por crianças do grupo Geração 148  da Igreja Adventista de Carazinho/RS e da escola de danças Arabesque.
Eu suas poucas páginas encontrei um conteúdo muito rico. Todos os contos foram baseados na ilustração que se encontra na capa da obra. Todas as histórias são profundas e emocionantes.
As crianças falam sobre família, Deus e sobre conhecer a si mesmos. Sábias palavras para pessoas de tão pouca idade, mas tanto conhecimento e experiência.


O projeto conte um conto já está em sua segunda edição. A iniciativa está de parabéns e é uma ótima oportunidade para incentivar os pequeninos a escreverem suas próprias histórias e criarem seus próprios mundos. A  importância de   formar pequenos leitores e aspirantes a escritores é tremenda , principalmente no momento que vivemos, onde a tecnologia nos acomoda, temos tudo em mãos é só um click que a internet faz tudo por nós e incentivar a criatividade e a leitura é a ferramenta mais eficaz para criar uma geração de pensadores. 
Jana Lauxen  foi a responsável pela organização de conte um conto e deixo aqui meus sinceros agradecimentos e congratulações por esse projeto maravilhoso,tanto como blogueira como educadora infantil.



domingo, 2 de novembro de 2014

Novidades: Editora Os Dez Melhores

Coletivo Big Buka – Para Charles Bukowski: uma nova chance para as coletâneas!
Por Alessandra Carvalho.
As coletâneas, livros que reúnem textos de diferentes autores escrevendo sob uma mesma temática, tiveram seu ápice há cerca de cinco anos. Havia dezenas, talvez centenas de projetos de coletâneas circulando pela internet, dos mais variados selos, dos mais diferentes temas. Uma chance expressiva para que novos escritores, muitos nunca publicados, divulgassem seus textos em um livro.
No entanto, com o passar dos anos, a qualidade destas publicações caiu consideravelmente. Coletâneas se transformaram em verdadeiros balaios de escritores, e algumas saíam com setenta, com cem autores em uma mesma edição. Passou-se a desprezar a qualidade dos textos; a excelência na elaboração da capa; os cuidados com revisão gramatical, edição, produção, divulgação, e outros detalhes que fazem toda a diferença no final.
As coletâneas tornaram-se uma fonte fácil e rápida de lucro para as editoras, que publicavam muitos autores em um mesmo livro, exigindo de cada um a aquisição de um número X de exemplares. Assim garantiam sua venda e sua rentabilidade, e não precisavam se preocupar com a qualidade da obra, e muito menos em distribuí-la e divulgá-la.
Resultado: os autores passaram a ver as coletâneas com desconfiança, e até com desprezo. Com razão. Muitos viveram na pele a experiência de ter seu texto publicado em um livro sem qualquer aprimoramento, sem qualquer cuidado, comprometimento e profissionalismo. E, atualmente, pouco se ouve falar em coletâneas. A má qualidade e o descomprometimento de editores e editoras colaboraram efetivamente para enterrar as coletâneas no hall das publicações com forte potencial para o fracasso.
Contudo, os escritores e editores Jana Lauxen e Afobório, pseudônimo de Alexandre Durigon, pensam diferente. E por isso, em outubro de 2013 fundaram a Editora Os Dez Melhores, com o objetivo de publicar somente dez livros por ano, oferecendo a cada um o tratamento exclusivo, diferenciado e profissional que merece:
– Acreditamos que um selo que publica cem, duzentos, mil livros por ano, não tem condições, não tem mão de obra, e também não tem tempo hábil de proporcionar um trabalho diferenciado e efetivamente competente para cada um, uma vez que o processo de edição e lançamento de um único livro é trabalhoso e demorado. Logo, em se tratando de literatura, qualidade e quantidade não costumam combinar – afirma Jana Lauxen.
Recentemente, a Editora Os Dez Melhores decidiu fazer o caminho oposto da maioria das editoras, e apostar novamente em coletâneas, oferecendo para elas a mesma qualidade, dedicação e exclusividade destinadas aos seus autores solos, e aos lançamentos de seu selo social, o Nascedouro.
No entanto, Jana Lauxen e Afobório sabem o desafio que tem pela frente:
– O desleixo e a falta de profissionalismo que assinalaram a publicação de coletâneas nos últimos anos marcaram negativamente este gênero literário, e precisamos agora romper as barreiras e as desconfianças que assombram este tipo de publicação. Mas estamos dispostos a fazer acontecer – garante Afobório.
E é Afobório, aliás, o nome por trás da organização do primeiro coletivo da Editora Os Dez Melhores. Trata-se do livro Big Buka – Para Charles Bukowski, que buscará homenagear o escritor através de contos que versem sobre as temáticas que sempre permearam sua obra: bebedeiras, mulheres, literatura, cotidiano, melancolia.
Serão selecionados somente dez textos, de dez autores. A ideia é justamente publicar poucos escritores, a fim de oferecer a cada um a atenção e os serviços que merecem.
E assim como ocorre com todos os lançamentos realizados pela Editora Os Dez Melhores, o coletivo Big Buka – Para Charles Bukowski contará com uma ilustração inédita e exclusiva em sua capa, elaborada pelo ilustrador gaúcho Emerson Wiskow. Também desfrutará de todo aparato de divulgação oferecido pela editora, que através de sua assessoria de comunicação elaborará releases, resenhas, entrevistas com os autores e reportagens sobre a obra, contatando mais de 300 veículos de comunicação, entre impressos e digitais – incluindo os das cidades dos escritores selecionados.
Todo o investimento deste lançamento, bem como a divulgação e distribuição da obra, ficará sob inteira responsabilidade da editora. Ou seja: os autores selecionados não precisarão pagar qualquer taxa, e nem se comprometer com a aquisição de um número X de exemplares. Muito pelo contrário: cada autor receberá, gratuitamente, um exemplar do livro.
A tiragem da publicação será comercializada e distribuída pela própria editora, através de atividades literárias envolvendo escolas e instituições de ensino:
– Nosso objetivo é colocar o livro na mão do leitor. E mostrar aos autores que é possível, sim, lançar coletâneas com qualidade e com profissionalismo, sem transformar a publicação em um balaio de textos, e sem cobrar absolutamente nada de seus autores – assegura Jana Lauxen.
A seletiva, que selecionará dez contos para o coletivo Big Buka – Para Charles Bukowski, está aberta até o dia 10 de dezembro de 2014.
Confira abaixo o regulamento, e participe.
É a chance de ser você e mais nove.

Edital de Publicação
Coletivo
Big Buka – Para Charles Bukowski
Organização: Afobório

  1. A Editora Os Dez Melhores abre seletiva através do ‘Selo Coletivo’, e receberá, até o dia dez (10) de dezembro de 2014, textos inéditos e em português de autores que escrevam contos com a mesma temática que inspirou o escritor Charles Bukowski (mulheres, bebidas/bebedeiras, azar, sorte, cotidiano, literatura, melancolia etc.);

  1. A Editora Os Dez Melhores provém seu Edital de Publicação com a seguinte formalidade: não haverá nenhum investimento por parte do autor para participar desta publicação;

  1. A Editora Os Dez Melhores fornecerá, gratuitamente, um exemplar da obra para cada autor aprovado para publicação;

  1. Serão publicados nove (09) autores + um (01) texto do organizador, totalizando dez (10) autores; o que justifica o método de publicação da editora, ‘Você e mais nove’;

  1. A comercialização, distribuição e divulgação da obra serão de inteira responsabilidade da Editora Os Dez Melhores que, através de sua assessoria de comunicação, elaborará entrevistas, releases, resenhas e reportagens sobre o lançamento, e encaminhará este material para um mínimo de trezentos (300) veículos de comunicação, impressos e digitais, tanto em nível local e estadual, quanto nacional;

  1. A obra também será utilizada em ações educativas realizadas pela equipe da Editora Os Dez Melhores em escolas e instituições de ensino;

  1. Os textos, com no mínimo dez (10) mil caracteres (incluindo espaços) e no máximo vinte (20) mil caracteres (incluindo espaços), devem ser enviados completos, revisados e dentro das novas regras gramaticais, de acordo com o vocabulário ortográfico da Academia Brasileira de Letras, em arquivo Word, fonte Courier New, tamanho 12 e espaçamento 1,5, com o título ‘Big Buka – Para Charles Bukowski’ no campo ‘Assunto’. Abaixo do conto, o autor deverá enviar uma breve biografia com, no máximo, cinco (5) linhas, escrita em terceira pessoa, informando um e-mail para contato no corpo da mesma. Qualquer inconformidade quanto a tais especificações automaticamente desclassifica o conto enviado;

  1. O autor será responsabilizado por qualquer questão relativa a direitos autorais e plágio, previsto em contrato. Os selecionados serão comunicados do resultado por e-mail, tão logo o mesmo seja apurado, em até trinta (30) dias úteis após o encerramento do prazo para recebimento dos textos. A seleção dos contos é de competência do Conselho Editorial da Editora Os Dez Melhores;

  1. Qualquer assunto não abordado neste regulamento será resolvido pelo organizador;

  1. Para maiores informações e envio de textos, contatar (coletivos@editoraosdezmelhores.com.br);

Envie o seu conto.
A todos, sorte, luz e literatura, sempre!

* Para saber mais sobre o novo método de publicação em coletivos da Editora Os Dez Melhores, favor acessar: www.editoraosdezmelhores.blogspot.com.br/p/coletivos.html


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Novidades "Editora Os 10 Melhores": Geração 148



O Geração 148 * – ou G-148 – é um projeto da Igreja Adventista voltado para jovens e crianças, e que possui, entre tantos, um objetivo bastante interessante: trazer para o dia a dia os ensinamentos cristãos.
Parece simples, mas não é.
Afinal, é fácil ser cristão dentro da igreja, rodeado por pessoas que pensam e agem de maneira semelhante à sua.
Difícil é ser cristão na rua, todos os dias, e com pessoas que pensam e agem de maneira completamente diferente de você.
O mais complicado, como bem sabemos, é trazer a teoria para a prática.
E é justamente para tirar do papel e levar para nosso cotidiano preceitos básicos como a generosidade, a honestidade, a tolerância, a paciência (e tudo o que sabemos, só não fazemos, na maioria das vezes), é que se criou este grupo, que objetiva, entre muitas outras questões, promover ações concretas em prol do próximo, seja através do voluntariado, da prática efetiva da filantropia, ou de capacitação e aproveitamento de habilidades artísticas e profissionais.
Além de realizar uma reforma íntima – fundamental, afinal! – e buscar modificar em nós o que gostaríamos de ver modificado no mundo, que possamos também colaborar com quem nos rodeia, e com a comunidade em que vivemos e na qual estamos inseridos.
Pouco importa se aprendendo ou ensinando.
Por isso que, quando um dos responsáveis pelo grupo Geração 148 de Carazinho/RS entrou em contato conosco e contou sobre este projeto, abraçamos na hora.
Afinal, tanto eu quanto toda a equipe da Editora Os Dez Melhores e do Projeto Nascedouro estamos aqui justamente para ajudar a chutar a cara da demagogia.
Discurso sem ação é o mesmo que nada.
E este livro, que agora você tem em mãos, é o trabalho de 17 jovens que aceitaram um desafio: escrever um conto baseado em uma imagem (por acaso, a mesma imagem que está na capa deste livro, criada e generosamente cedida para este projeto pelo ilustrador paraibano Shiko).
Alguns autores participam do grupo Geração 148 de Carazinho/RS; outros não. Nenhum deles é escritor profissional. A maioria possivelmente nunca havia pensado em publicar em um livro. Porém, quando desafiados, não deram para trás.
E escreveram. Criaram suas histórias, seus enredos, seus personagens. Escolheram cenários, nomes, cidades, profissões. Inventaram novas realidades: tristes, felizes, engraçadas, doloridas. Passearam por um lugar onde não costumamos frequentar, ocupados que estamos com as nossas obrigações: nossa imaginação.
E sem nenhuma dúvida voltam deste passeio mais fortalecidos do que quando começaram.
Tenho certeza absoluta de que, deste grupo de 17 meninos e meninas, poderão sair alguns bons escritores. E espero que saia! Afinal, a literatura é também uma maneira de inclusão, de evolução, de expressão, de arte, e como tal precisa ser democratizada, precisa ser acessível.
A arte existe para que a verdade não nos destrua”, já disse certa vez um tal de Nietzsche. E eu concordo com ele. Acredito piamente que a arte é uma das maneiras mais agradáveis e certeiras de se salvar pessoas – de si mesmas, inclusive.
Espero, como organizadora deste livro, que você tenha tanto prazer em sua leitura como eu tive.  E que você busque sempre a ação em detrimento do discurso, assim como estes 17 guris e gurias que fizeram este livro acontecer.
O mérito deste trabalho é todo desta gurizada vibrante que topou emprestar sua criatividade, seu tempo e sua atenção para nosso projeto.
Que façamos sempre mais, e cada vez melhor. Que busquemos em nós o que esperamos dos outros. E que possamos passear mais por este lugar que não costumamos frequentar, ocupados que estamos com as nossas obrigações.
Tenha uma boa leitura, caro amigo.

Jana Lauxen
Escritora e editora.


* Baseado na passagem de Romanos 14:8 (que diz "Se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer vivamos ou morramos, somos do Senhor”), o projeto visa estabelecer uma identidade cristã real e significativa na vida dos jovens.
Saiba mais em:


Novidades "Editora Os 10 Melhores" : A Mão de Celina



A Mão de Celina, um livro que não dá para parar de ler

Eu sempre gostei de ouvir boas histórias. Desde quando era criança, e sentava aos pés do meu avô para ouvir suas façanhas da juventude, delicio-me quando me apresentam um bom enredo, com personagens bem estruturados e convincentes envolvidos em uma trama intensa e curiosa.
Talvez por isso mesmo tenha me encantado com a história de Edu, Celina e Jana, os personagens do livro A Mão de Celina, do autor Jeremias Soares, lançado em junho deste ano pela Editora Os Dez Melhores. A proposta desta editora, aliás, é ousada e, justamente por isso, arriscada: não publicar mais de dez livros por ano. Uma promessa no mínimo diferente, em um mercado editorial onde a maioria dos selos lança dez livros por semana.
E sendo um dos dez melhores, Jeremias tinha quase a obrigação de agradar.
Mas sabemos que agradar gregos e troianos é impossível, e por isso não posso falar aqui em nome de todos os leitores deste país. Posso falar por mim, e afirmo com convicção: A Mão de Celina é uma grata e deleitosa surpresa literária deste ano de 2014.
A história se passa em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Celina e Edu formam um casal jovem e feliz, cheio de planos para o futuro; planos estes que acabam dolorosamente destruídos quando descobrem que Celina é portadora de um câncer incurável.
Após sua morte, a vida de Edu entra em uma espécie de limbo, ficando suspensa no meio de sua dor e de sua solidão. Até que, cinco anos após enterrar Celina, e sem conseguir sair desta espiral de sofrimento na qual sucumbiu, Edu decide pôr um fim em sua tristeza e acabar com sua vida, pulando do último andar do prédio onde trabalha. Era sábado de noite, e fazia frio.
Quando já estava sentado no parapeito do terraço, com seus pés balançando no ar, eis que a vida surpreende com mais uma de suas artimanhas: é lá, na beira do abismo, que Edu conhece Jana, que por acaso se encontrava no mesmo terraço que ele, fumando um cigarro. E é aqui que a história de Edu começa a mudar.
Redescobrindo com Jana o amor, e reencontrando nela a alegria e a vontade de viver, Edu consegue finalmente deixar o luto para trás e recomeçar sua vida.
Mas Celina parece não ficar nada satisfeita com o fato de deixar de ser o centro das atenções de Edu, e resolve voltar da morte. E daqui pra frente, é preciso ler a obra para descobrir como tudo vai terminar.
O livro se destaca por diferentes pontos, mas, para mim (uma amante inveterada de boas histórias), seu principal mérito é prender a atenção do leitor de tal forma, que não se sossega antes de saber o desfecho desta história.
Eu simplesmente não conseguia parar de ler A Mão de Celina. O sono me dava rasteiras, o trabalho me chamava, o namorado exigia atenção, meus gatos miavam, solicitando meus afagos, e tudo o que eu conseguia dizer era: só mais cinco minutinhos, por favor. Como uma criança que não quer levantar da cama para ir para a escola, eu não queria desgrudar meus olhos e minha atenção do livro por nada neste universo.
Interessante também a maneira como Jeremias estruturou sua história. A cada capítulo, conhecemos um pouco mais sobre os três personagens deste triângulo amoroso maluco e improvável, que sumariamente ignorou as barreiras entre a vida e a morte; página por página, vamos envolvendo-nos, vamos compreendendo, vamos decifrando os detalhes que o autor vai fornecendo, sem afobamento e nem pretensão.
E o final é simplesmente arrebatador. Pessoalmente, considero fundamental que, após terminar a leitura de um livro, eu esteja abismada, espantada, admirada. Chocada, até. E A Mão de Celina me deixou exatamente assim. De tudo o que fui arquitetando e apostando no decorrer da história de Celina, Edu e Jana, nada se cumpriu. Eu absolutamente não esperava que tudo terminasse como terminou. E apesar de passar longe de todos os meus palpites e suposições, o desfecho foi melhor e mais surpreendente do que a minha vã imaginação poderia desconfiar.
Sugiro a leitura de A Mão de Celina, especialmente para todos que, assim como eu, sabem que uma boa história não pode ser abandonada, não pode ser ignorada, não pode ser protelada, mesmo que o sono dê rasteiras, o trabalho chame, os gatos miem e o namorado exija atenção.
Se você gosta de histórias das quais não consegue desgrudar os olhos, e a vida parece impossível de continuar se você não ler o próximo capítulo (só mais cinco minutinhos, por favor!), A Mão de Celina foi escrito para você.
Um livro que merece ser lido, relido e recomendado. Com toda a justiça e razão, na Editora Os Dez Melhores é Jeremias Soares e mais nove.

Alessandra Carvalho é apenas uma amante ruidosa da literatura nacional. 
E-mail para contato: comunique.a.ale@gmail.com



domingo, 3 de agosto de 2014

Editora Os Dez Melhores lança livro com textos de jovens escritores gaúchos! Por Alessandra Carvalho.





A Editora Os Dez Melhores, assim como muitas editoras sérias e comprometidas com a literatura produzida em nosso país, surgiu com o objetivo de publicar poucos e bons escritores nacionais – um máximo de dez, no prazo de um ano.
Contudo, além de sua proposta editorial voltada a autores profissionais, a editora também criou um selo social chamado Nascedouro (que, como o próprio nome sugere, significa ‘lugar onde se nasce’). Parte integrante de um projeto itinerante de apoio à literatura e incentivo à leitura, o selo Nascedouro busca levar até escolas municipais e estaduais, além de ONGs, grupos e instituições com projetos destinados a crianças e adolescentes, palestras e oficinas literárias voltadas exclusivamente para a prática de criação e escrita. O Nascedouro é, assim, uma oportunidade para o nascimento de novos escritores locais.
– Além de formar leitores, buscamos também encontrar novos escritores – afirma uma das idealizadoras do projeto, a escritora, editora e produtora cultural Jana Lauxen, 28 anos.
Desta forma, os melhores textos produzidos pelas crianças e adolescentes durante estas oficinas serão lançados em um livro, na tentativa de oportunizar e incentivar o aluno/autor participante. E o melhor: não há nenhum custo para a instituição e nem para os autores. A Editora Os Dez Melhores assume toda a responsabilidade sobre o processo de produção, edição e lançamento da obra:
– Nós visitamos a instituição em questão e cuidamos de todas as fases do projeto: ministramos a palestra e a oficina, recolhemos os textos, os transcrevemos para o computador, revisamos, elaboramos a capa do livro, a diagramação do miolo, além de assumirmos todo o encargo pela impressão e também pelo lançamento da obra. Não há custo nenhum para a instituição, e muito menos para os autores. Somente solicitamos que a instituição em questão colabore nos fornecendo um local para a realização das atividades, e apoio na divulgação do lançamento – explica Jana – A ideia é, justamente, oferecer uma oportunidade concreta para estes alunos, mostrando a eles a importância da leitura e da literatura em suas vidas, e também provando que eles podem, sim, escrever, e se tornar escritores. Existem excelentes jovens autores perdidos em nossa cidade, em nosso estado, em nosso país, e nós queremos encontrá-los, um por um.
E o primeiro lançamento do selo Nascedouro já tem data para acontecer: será dia 24 de novembro, em Carazinho/RS. A obra, chamada Conte Um Conto e organizada por Jana Lauxen, traz 17 contos escritos por 17 crianças e adolescentes, a maioria integrante do grupo Geração 148 da Igreja Adventista de Carazinho/RS e da escola de danças Arabesque, do mesmo município. A oficina ocorreu em junho deste ano, e os alunos/autores, após assistirem a palestra intitulada A Literatura Não é Chata, participaram da oficina que gerou o livro. Nesta ocasião, foi apresentada uma imagem aos alunos e, a partir desta imagem, eles tiveram de escrever sua história.
A ilustração que inspirou os textos foi cedida ao projeto pelo ilustrador, quadrinista e artista plástico paraibano Shiko, que já trabalhou ao lado de Mauricio de Sousa e cujas obras já foram expostas em Florença, na Itália, e no Salão do Livro de Paris, na França. E é esta mesma imagem, aliás, que integra a capa da obra.
O processo de produção e edição do livro é acompanhado de perto pelos autores, que participam de todas as fases. A Editora Os Dez Melhores também forneceu aos alunos os convites impressos do lançamento, para que eles possam convidar seus amigos, conhecidos e familiares.
– Nossa intenção é, realmente, envolver o aluno/autor neste processo. Não os tratamos como se fossem crianças e adolescentes; os tratamos como escritores. E dada nossa experiência na área, posso garantir que a maioria de nossos jovens autores possui muito mais postura, comprometimento e profissionalismo do que muito escritor dito profissional que anda por aí – afirma Alexandre Durigon, editor e diretor de produção da Editora Os Dez Melhores.
Após o lançamento, o livro ficará disponível para venda no site da Editora Os Dez Melhores (www.editoraosdezmelhores.com.br) pelo preço de R$25.
Maiores informações no site da editora, ou através do e-mail contato@editoraosdezmelhores.com.br

Sobre a autora:
Alessandra Carvalho é jornalista, redatora na agência Teia de Marketing Literário Virtual, e assessora de comunicação na Editora Os Dez Melhores. 




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